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14.3.07

casa dos artistas ( 08/02/07)

Artistas são para sempre. Porque são sensíveis. E não podem deixar de ser. É bioquímico. Porque são como borboletas: flores que voam. E como borboletas, possuem o tempo do casulo, ora explícitos, ora afogados pelo sofrimento perpétuo de sentir. Sentir tudo demasiado, dor e felicidade. E, embora tenhamos conhecido um lado triste da história, ainda há o perfume mágico da arte pelo ar, da maquiagem, das coxias, da cortina ainda apta a se abrir.

[e conversamos com Sorriso, atuante na Casa dos artistas, antes ‘Retiro dos artistas’. E conhecemos alguns dos residentes. E aplaudimos aqueles que fazem daquele espaço um palco digno para os seres mais sensíveis do Universo.]
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