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19.4.07

abrindo caminhos (08/04/07)

Quando tudo parece turvo, no fundo há um sol omisso. Não demora, ele aparece. No feriado também foi assim, a gente até arriscou a praia. Os caminhos se abrem, como mágica, um ponto de luz. Falta pouco de Brasil, falta muito a resolver. Documentos, providências de agora. Estamos correndo com isso, já que estamos quase saindo do país. Coisas de fronteira, de hesitação; coisas também de coração, portas fechadas há pouco, alguns ressentimentos por e-mail... A gente entristece, sente até mais as dores, fragilizados... Mas, no meio disso tudo, afagos surpreendentes, gente que aparece, mais sóis que tempestades... E, como a ilustrar tudo isso, a pia desentupida, feitos de Júlio, artimanhas dele, canos abertos, caminhos livres...

[agradecemos com vigor e sorrisos plenos ao nosso estimado Jason Fernandes. Além de ‘consogro’, ele é um grande amigo de Fortaleza. Somos eternamente gratos pelos seus préstimos jurídicos na elaboração do documento de autorização do uso de imagem (para nossos acolhedores). Mas, principalmente, agradecemos por representar um alento, num momento de desânimo. São pessoas e ações como essa que nos dão cargas novas para continuarmos a jornada]

[agradecimentos]
- à Sumara Lisboa, pela acolhida, pelos cuidados, pelos quitutes, pelos recantos apresentados, pela voz mansa, pela fibra, pelo grande exemplo de atuação profissional, pela farofa de grãos, pela babosa de companhia para viagem, pelos biscoitos, e todos os presentes;
- ao Doca, pelas pizzas saborosas, pelos momentos de encontro, agradáveis e tranqüilos;
- ao Fernando, pelos passes do R.U., pela atenção constante, por sua educação e fineza admiráveis, por guardar o sapato esquecido, pelo jornal de lembrança, pelos serviços de bar, pelas conversas memoráveis;
- ao Hugo, por sua delicadeza, por sua vontade de aprender, de participar, pela permissão de conhecermos essa figura única e pelo jornal de presente;
- ao Ney e à Déa, proprietários do ‘Sítio Çaracura’, pela grandeza do casal, por nos permitir conhecê-los, por abrir as portas desse lugar para todos aqueles que lá aparecem, pela oportunidade de assistirmos a um jeito de melhorar o mundo, pelos alimentos, pelo aprendizado, pela contribuição com a natureza, pela magia incontestável que há nos dois e no lugar que vivem;
- ao Jason Fernandes, advogado e amigo, por seus feitos e maneira gentil de nos ajudar.

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1 Comments:

Anonymous su! said...

que turbilhão de emoções...
foi muito bom (re)ler tudo isto, e como me senti beeemmm em reviver todos aqueles momentos de "casinha".
konidomo retratou de forma tão elegante as barbáries de minha redondeza.
me enche de esperança e de forças para seguir esse caminho naturalmente. principalmente em saber que levarei no coração pessoas tão bonitas.

6:45 AM  

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