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30.11.06

parada estratégica (28 /11/06)

Dia de levar o Fusca para o médico...

Nem bem chegamos já sentimos a atipicidade da casa. Não que já não conhecêssemos, Júlio viveu vinte e cinco anos nesse regime. E eu já havia visitado a casa em outras oportunidades, mas estando com olhos em lentes, tentamos enxergar como estranhos, de modo a tentar perceber melhor, sem deixar escapar nada. Mais amiúde explicaremos melhor adiante, merece um capítulo para as peculiaridades desse lar, que abrangem não apenas a alimentação, mas a leitura do mundo, do tempo, da vida.

Enfim, tomamos café da manhã. Mesa adversa: pasta de gergelim (iguaria que trouxemos também e até deixamos por aí, na vinda, para deguste de nossos anfitriões), café de soja, pão integral da casa, semente de jerimum triturada, linhaça... Somando-se à alimentos mais habituais, pelo menos para quem mora no Nordeste: tapioca, ovo ‘pé duro’, ricota, aveia, frutas. Como dissemos, há de se detalhar melhor, pois para compreender como vivem, é preciso esmiuçar um pouco mais os detalhes.

Depois da lambança gastronômica, deixamos o carro na oficina de Tarcísio, amigo da família e grande sabedor dos mistérios do fusca. Ficou de averiguar tudo, de modo a deixá-lo no ponto para voar, plástica geral, revirar o bichinho pelo avesso. Assim, sem nosso meio de transporte preferido, ficamos a tarde cuidando da logística: organizando papéis, cadernos, atualizando o Blog, o Site, checando mensagens, etc.

De noite, tudo mais em ordem, resolvemos dar um passeio pelo bairro, Casa Forte. Caminhamos pelas ruas tranqüilas, com o fim de espairecer, mas também de olhar, ver a vida das pessoas no fim do dia, seus rostos, seus cansaços, seus arremates.



Oficina do Tarcísio Baracho, Alto Santa Isabel, bairro de Casa Amarela
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