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31.5.07

à La Plata (11/05/07)

A máxima se repete: quando tudo parece turvo, uma luz. Luz âmbar que agrada mais aos olhos. Luz de fogo, não de sol. Os dias são frios. Luz de dentro, das gentes, não do tempo. Como disse, os dias são frios.

Depois de uma árida sensação de desamparo, eis que caímos em um pouso para filhotes; ninho, aconchegante e alegre. Sorriso é o que se abre do ventre, expulsando a acidez e amargor da boca. Alívio é uma sensação de felicidade mais saturada, abaixo de zero para acima. Na soma, é uma dose a mais.

Chegamos à LaPlata assim. Desde a primeira resposta, virtual, à comunicação por locutório, de direção, ao abraço de recepção. Primeiro, encontramos nosso acolhedor platense em seu escritório de arquitetura, à oportunidade de conhecer alguns amigos também. Depois, fomos para sua casa, reiteração de tudo, estávamos efetivamente à vontade.


konidomo em La Plata
konidomo
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